terça-feira, 21 de abril de 2015

Mundiais ISF 2015: Relatos na primeira pessoa



Durante a viagem para o Consulado, consegui observar as belas paisagens desta zona. Em Antalya observamos de perto a cultura Turca, uma cultura com várias religiões, tendo havido inclusive a possibilidade de entrar numa Mesquita. Passámos por um senhor que vendia gelados e fazia peripécias, chegou mesmo a oferecer-nos um gelado a cada. Agora vamos interagir com as outras seleções para fazer amigos e possivelmente trocar equipamentos na quinta-feira.”
António Ferreira


Apesar de a viagem ter sido muito cansativa, cada minuto passado aqui na Turquia está a valer a pena. Hoje tivemos a sorte de sermos convidados a visitar o Consulado português em Antalya e a fazer uma visita ao centro histórico da cidade. Fomos bem acolhidos pela cônsul tendo-nos até oferecido um gelado. Apesar de a prova de ontem não ter ido de encontro às nossas expetativas, a nossa equipa, AE Monte da Lua, esperamos melhorar os nossos resultados na prova de amanhã.”
Helena Vilela


Como aceitámos o convite do Consulado hoje tivemos a oportunidade de fazer uma visita guiada pela zona histórica de Antalya com a companhia da cônsul. Vimos imensas paisagens bonitas, entrámos numa Mesquita em que toda a gente teve que se descalçar e as raparigas tiveram, para além disso, que tapar o cabelo. Aproveitámos a viagem também para comprar umas lembranças. 
Daqui a pouco vamos começar a preparar as coisas para a Festa das Nações. Penso que estamos bem preparados para a nossa dança tradicional e que não vamos fazer má figura. Temos imensa comida portuguesa para oferecer aos nossos colegas de outras nações para ficarem a conhecer um pouco da nossa gastronomia e espero gostar daquilo que eles têm para nos oferecer. A minha equipa tem expetativas para que a prova de amanhã corra melhor que a Longa.”
Rita Albuquerque


Uma competição internacional é sempre uma experiência de convívio entre várias culturas por vezes muito distantes. No caso das competições do ISF, essa mistura de nações é acentuada pelos momentos, alguns espontâneos e outros organizados, em que todos somos incentivados a ficar a conhecer um pouco melhor os atletas estrangeiros e os seus países. Exemplo disso mesmo foi a noite de ontem, em que, no meio do corredor, fomos desafiados pelos austríacos para um jogo de “ninjas” divertidíssimo (hora do silêncio: ignorada), e será também a noite de hoje, em que cada país partilhará amostras da sua gastronomia e apresentará uma dança típica. No momento em que escrevo, acabámos de terminar o ensaio geral da dança “tacão e bico”. Não somos profissionais, mas prometo que não vamos deixar o país mal visto.”
Maria Portela

[Foto gentilmente cedida por Ricardo Chumbinho]


Saudações orientistas.

Joaquim Margarido

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