domingo, 25 de novembro de 2012

CAMPEONATO NACIONAL ABSOLUTO 2012: TÍTULO PARA PATRÍCIA CASALINHO




Patrícia Casalinho foi a grande vencedora da 10ª edição dos Campeonatos Nacionais Absolutos de Orientação Pedestre, facto que acontece pela primeira vez na sua carreira. No setor masculino, a organização viu-se obrigada a anular a final devido, nas palavras de Jorge Elias, Diretor do Evento, a uma “falha na impressão dos mapas”.


Patrícia Casalinho (COC) sagrou-se hoje Campeã Nacional Absoluta 2012. Disputada em Abrantes, numa organização do Clube de Orientação e Aventura, Câmara Municipal de Abrantes e Federação Portuguesa de Orientação, a prova teve a participação de meio milhar de atletas.

Na final feminina, Patrícia Casalinho contou com a forte oposição de Vera Alvarez (CPOC), cumprindo os 8,7 km de prova em 1:23:56 contra os 1:24:17 da sua adversária direta. Uma vitória com um sabor muito especial, tanto mais que teremos recuar ao dia 06 de Fevereiro de 2011 e ao Meeting de Orientação de Gouveia para vermos a atleta levar de vencida uma etapa da Taça de Portugal pela última vez. Magalie Mendes (COC) foi a terceira classificada, a quase cinco minutos da vencedora.

Patricia Casalinho perseguia este título pelo menos desde 2005, o seu primeiro ano como federada e ainda em idade júnior, tendo chegado de forma sensacional ao segundo lugar. Voltaria a repetir a segunda posição em 2007, 2009 e 2011, depois dum terceiro lugar em 2010. Desta feita a atleta acabaria por "quebrar o enguiço" e pode, finalmente, pisar pela primeira vez o lugar mais alto do pódio.


Final Feminina

1º Patrícia Casalinho (COC) 1:23:56
2º Vera Alvarez (CPOC) 1:24:17
3º Magalie Mendes (COC) 1:28:44
4º Maria João Sá (GD4C) 1:28:49
5º Raquel Costa (GafanhOri) 1:31:09
6º Rita Rodrigues (GafanhOri) 1:33:07
7º Joana Costa (GD4C) 1:37:41
8º Carolina Delgado (GD4C) 1:39:10
9º Susana Alves (GD4C) 1:40:02
10º Carla Saraiva (Ori-Estarreja) 1:42:28

[Foto de Arquivo]


Saudações orientistas.

JOAQUIM MARGARIDO

1 comentário:

Presidente disse...

Desconhecendo a verdade dos acontecimentos (ao momento), parece-me incorrecto dizer que a falha foi na impressão dos mapas pois é estar a deixar no ar espaço para interpretações que podem afectar terceiros que NADA tiveram a ver com o assunto.
Ab
AA