quinta-feira, 28 de junho de 2012

ORIENTAÇÃO CHEGA A CASTELO BRANCO




Dois praticantes federados e mais um grupo de entusiastas estão a lançar a modalidade de Orientação no Benfica e Castelo Branco. A notícia foi-nos avançada por Luís Quinta-Nova, a propósito da “1ª Prova de Divulgação – Parque Urbano”, que teve lugar no Parque Urbano da Cidade de Castelo Branco, no passado dia 9 de Junho. O Orientovar socorre-se da notícia publicada a este propósito no Jornal “Reconquista” - da autoria de Artur Jorge e subordinada ao título “É tudo uma questão de Orientação!” -, para levar até si mais um passo em frente na promoção e divulgação do nosso desporto.


"Com o intuito de alargar a sua oferta desportiva, o Benfica e Castelo Branco está a iniciar um processo de dinamização da modalidade de Orientação. Praticantes federados deste desporto originário dos países do Norte da Europa, mais outros elementos com interesse pelo mesmo, aproveitaram o Chutalbi Foot, no Complexo Desportivo do Parque Urbano, para realizarem uma demonstração dinâmica de Orientação. O entusiasmo revelado por miúdos e graúdos abre espaço à implementação do projeto.

Sílvio Lopes e Luís Quinta-Nova conhecem muito bem a modalidade e aproveitam o facto de as respetivas atividades profissionais os terem colocado no distrito, para tentarem despertar os desportistas em geral para os encantos duma modalidade que pode ser praticada dos 8 aos 80 anos.

A ideia é enraizar a Orientação em Castelo Branco. Praticamente todos os distritos têm clubes filiados na Federação, menos este. Aqui a modalidade só tem chegado através de alguns eventos, mas não tem qualquer enquadramento local. É isso que queremos inverter”, diz Sílvio Lopes.

O Benfica e Castelo Branco mostra recetividade à proposta, numa lógica de diversificação, como teve oportunidade de referir o presidente António Machado. Quem aprecia Futebol, aprecia normalmente outras atividades desportivas e mesmo quem não vá à bola com o dito desporto-rei, poderá ter uma ligação ao clube noutro âmbito. “Por exemplo a Orientação”, explicitou Machado.

Segundo aqueles dois atletas federados, que depressa encontraram outros adeptos da Orientação, casos de Jorge Cardoso, Sérgio Bispo e Pedro Santos, este é um desporto “bastante integrante”, acessível a qualquer pessoa. “Não é necessária uma condição física extraordinária. Pode ser feito por atletas de competição, mas também numa perspetiva de lazer, ao ritmo de cada um e até em família”, explica Sílvio Lopes.

O primeiro mapa e os três primeiros percursos foram montados entre os campos de relva sintética. “Basicamente foi uma demonstração. Dar a conhecer o que é a Orientação e, quem sabe, podermos iniciar algo mais, talvez até representatividade nas provas nacionais”. O seccionista confessa que a ideia passa pela filiação federativa e constituir um grupo de atletas.

A experiência que o jornalista viveu no terreno, naquele que foi o primeiro contacto efetivo com a Orientação, deixou água no bico. Percebe-se facilmente o porquê de ser uma das modalidades que mais crescimento tem registado no nosso país: espaço físico, leitura dos mapas, capacidae de decisão, são elementos que animam o praticante. E exercício físico à medida de cada um."

[Foto extraída doÁlbum da Secção de Orientação – Sport Benfica Castelo Branco, em http://www.facebook.com/media/set/?set=a.278822368883558.55750.216322865133509&type=3]


Saudações orientistas.

JOAQUIM MARGARIDO

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