sábado, 4 de fevereiro de 2012

PORTUGAL O' MEETING 2012: FALTAM 14 DIAS!




O PORTUGAL O' MEETING

Um percurso de Orientação é definido por uma partida, pelos pontos de controlo e pela chegada. O itinerário entre os pontos de controlo, dos quais é dada a localização exacta no terreno através do mapa, é da livre escolha dos atletas. Os quatro dias do Portugal O' Meeting estendem-se por uma área cartografada superior a 20 km2. A primeira etapa será aquela que terá mais pontos no terreno, num total de 95. Seguem-se a terceira etapa, com 94, a 4ª etapa, com 87 e a segunda etapa, com 83 pontos. Estes pontos constituirão o desafio dos 27 percursos diferentes em cada dia de prova, oferecidos aos 38 escalões de competição e aos 4 escalões abertos. Quanto à etapa de Sprint, a disputar no centro da cidade de Viseu, terá um total de 58 pontos para 19 percursos.


A REGIÃO

No dia 9 de Junho de 2007, Viseu inaugurava em Várzea de Calde o primeiro percurso da sua “Rede Municipal de Percursos Pedestres”. A caminhada inaugural, numa distância de 9 km, contou com a participação de muitas dezenas de pessoas – entre as quais Carlos Lopes e Rosa Mota - e serviu para mostrar os aspetos paisagísticos, culturais, desportivos e históricos da freguesia de Calde, ao longo de uma levada (caminho rural e florestal) e fazendo apelo às potencialidades do rio Vouga. Durante os anos de 2008, 2009 e 2010 mais onze Percursos Pedestres foram inaugurados, nomeadamente nas freguesias de Campo, Cepões, Côta, Mundão, S. João de Lourosa, Santos-Êvos, Ranhados, Fragosela, Torredeita, Silgueiros e Barreiros. A lista completa é a seguinte: PR1 VIS - Percurso Pedestre “Rota da Ribeira de Várzea” (Calde); PR2 VIS - Percurso Pedestre “Rota do Feto” (Mundão); PR3 VIS - Percurso Pedestre “Rota de Corvos” (Santos Evos); PR4 VIS - Percurso Pedestre “Santa Eufémia” (Cepões); PR5 VIS - Percurso Pedestre “Termas de Alcafache” (São João Lourosa); PR6 VIS - Percurso Pedestre “Rota do Quartzo” (Campo); PR7 VIS - Percurso Pedestre “Vale de Cavalos” (Côta); PR9 VIS Percurso Pedestre "Rota da Laje" (Ranhados); PR10 VIS Percurso Pedestre "Rota dos Três Trilhos" (Fragosela); PR11 VIS - Percurso Pedestre “Rota dos Moinhos de Água D'Alte” (Torredeita); PR12 VIS Percurso Pedestre "Rota do Dão” (Silgueiros); PR13 VIS - Percurso Pedestre “Rota da Carqueja” (Barreiros).


A FIGURA

Rui Mora teve o primeiro contacto com a Orientação em 1992, na escola de Fuzileiros, onde esteve colocado. Após essa curta passagem, voltou a título definitivo para a modalidade em 1999 através dos Campeonatos Militares, na altura na Brigada Fiscal da GNR. Como o estar na modalidade só a nível militar não o satisfazia por inteiro, sentiu a necessidade de se filiar num Clube, acabando por fazê-lo no Clube de Orientação de Estarreja. Sendo da Figueira da Foz e oferecendo-se a possibilidade de criar a Secção de Orientação do Ginásio Clube Figueirense, em 2006 transitou para o Ginásio, no entanto sempre com o apoio do Clube de Orientação de Estarreja, do qual continua a ser sócio e um apaixonado pelo Clube. Desde cedo começou a ajudar na colocação de pontos, tendo sido o responsável por esta tarefa nos “5 Dias das Gafanhas”. Em 2007, na 12ª edição do Portugal O' Meeting, em S. Pedro do Sul, voltou a colaborar com a organização, sendo novamente o responsável pela colocação dos pontos, função que repetiu em 2010, no Portugal O' Meeting, uma organização em parceria entre o Ginásio Clube Figueirense e o Clube de Orientação do Centro. Pela terceira vez nas seis útimas edições do Portugal O' Meeting, será ele o responsável por esta fundamental tarefa no evento que se desenrola em Viseu e Sátão, de 18 a 21 de Fevereiro próximos.


A TÍTULO DE CURIOSIDADE

Os pontos de controlo são materializados no terreno por uma baliza de Orientação, equipada com um sistema de controlo e assinalados no mapa por um círculo (com 5 a 7 mm de diâmetro). As balizas devem ser colocadas em elementos do terreno que estejam marcados no mapa. Num percurso tradicional, estes têm que ser visitados pelos orientistas pela ordem imposta pela organização, mas seguindo as suas próprias opções de itinerário. Isto exige cuidadoso planeamento e verificações no terreno, para garantir justiça na competição. É de particular importância que o mapa represente fielmente o terreno na área do ponto de controlo e que as distâncias e ângulos de aproximação estejam correctos. As balizas não devem estar situadas em elementos pequenos, só visíveis a curta distância, se não existirem outros elementos de referência próximos. As balizas devem estar colocadas de forma a que só sejam visíveis quando o orientista veja o elemento em que ele está colocado, do lado indicado na sinalética. No entanto, os pontos não deverão estar escondidos de forma a que dificultem a sua localização pelo orientista que já tenha chegado ao elemento onde está o ponto. A baliza deve ter a mesma visibilidade para os primeiros que partem como para os últimos. Como tal deve-se evitar colocar os pontos junto a vegetação que fique mais aberta à medida que os participantes vão passando.

Saiba tudo em http://www.pom.pt/pt/


Saudações orientistas.

JOAQUIM MARGARIDO

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