domingo, 9 de outubro de 2011

ORI-COTAS 2011: FOI BONITA A NOSSA FESTA, PÁ!




O Sérgio e o Brázio eram os únicos com caneleiras a sério, altas e rijas, daquelas que a D. Célia deixou de vender há dez anos. Cheiravam a naftalina. Mas a peça de museu mais valiosa era o fato do Francisco Pereira, igualzinho ao que ele me deu quando entrei para o CIMO em 1995, ainda o tio do Joaquim Sousa nem sonhava pôr a Galo Sport a vestir os orientistas portugueses.

Gente que a gente não via junta há tanto tempo! A família toda da Kátia Almeida: o Duarte Lopes, o Tiago e a Bárbara. A família toda do Francisco Pereira: a Eugénia, o Miguel e a Carolina. A família toda do Jorge Baltazar: a Alice, o Tiago e o Miguel. A família toda do Mário Duarte: a Gina, o Pedro e o Vasco. A família toda do Sérgio: a Maria Amador, a Filipa e o André. A família toda do Nuno Pedro: a Ângela, o João e a Juliana. A família toda da Lídia Santana: o Tiago Lopes, o Dinis e o Gabriel. A família toda do Custódio Pinto: a Ana Maria, a Sofia e a Rita. A família toda do Carlos Garcia: a Susana, a Flávia e a Sofia. A família (quase) toda do Armando Santos: a Catarina, o Carlos Lobo e o João (a ausência da Guida vai ter de ser muito bem explicada), com o Moura e a Conceição à boleia. O Álvaro Azevedo e as gémeas Cristina e Ivone, o Alex e a Vera Alvarez, a Susana e o Rui Botão, o Tomás e o Henrique Silva, o Crispim e a Sandra, o Roy e a Cathy Dawson. Agora venham cá dizer-me que é preciso ir à Escandinávia para ver na Orientação um desporto de família. E nem menciono os namorados.

Já falo de mais gente. Deixem-me explicar que se tratou de um treino-piquenique em Lisboa, no Parque Florestal de Monsanto, no feriado do 5 de Outubro, e que reuniu 104 pessoas. Tudo preparado em duas semanas: a ideia nasceu em Espanha, durante o recente Campeonato Ibérico. Já lá iremos. Voltemos a Monsanto.

As palavras simples são as mais justas. Foi bonito, bonito, bonito! Mas não há como números para impressionar: 35 kg de carne grelhada, 15 kg de acompanhamentos, 14 kg de salada, 33 kg de fruta, 140 litros de água, vinho, cerveja e sumos. E, depois, as quiches, o queijo, a pasta de atum, as azeitonas e cenouras temperadas, os bolos, os digestivos e sei lá eu que mais.

Claro que também houve mapas, com percursos diferentes para toda a gente, como perceberão a seguir. Números outra vez: 56 participantes nos percursos de 5,4 km; 16 nos de 2,6 km; 15 no das crianças. Contando com a organização e acompanhantes, dá a tal soma de 104 presenças: desde a Juliana, que tem 8 meses, ao pai do Jorge Simões, que festejou nesse dia 68 outonos. Foi comovente ver o sr. António e a D. Sara a apagarem as velas do bolo que o Jorge me tinha pedido para encomendar, porque os três vieram para Monsanto directamente do aeroporto, acabadinhos de chegar do Funchal, onde os pais, além do aniversário natalício, tinham ido comemorar os 44 anos de casados.

Os praticantes mais novos talvez não façam ideia do que a família Simões representa para a nossa modalidade. Durante anos, a retaguarda da sede da FPO foi a casa do Jorge Simões. Ali se guardava o material (estacas, balizas, impressoras, picotadores e, mais tarde, estações), ali se preparava o boletim da Federação, como o Mário Duarte bem lembrou, dirigindo-se familiarmente ao pai do Jorge. Telefonávamos a qualquer hora, aparecíamos a qualquer hora e, além dos utensílios da Orientação, ainda levávamos uma caixa de peras ou ameixas que ajudávamos a apanhar directamente da árvore. Num dos primeiros Ori-Jovens, a fruta que se comeu no intervalo de dois treinos, apanhou-a o sr. António e eu, quando lá fui deixar o meu carro e pegar na carrinha já municiada com todo o material.

Nesta maré de evocações, não podia faltar o Isaú Alves, por quem o sr. António Simões nutre especial simpatia. O Isaú e a Luísa estiveram em Monsanto, mas não puderam ficar para o piquenique, porque o Isaú também nasceu a 5 de Outubro e as filhas reclamavam a sua presença para o almoço de aniversário. Como a família Simões, vinda do aeroporto, chegou mais tarde, acabaram por não se cruzar. “Mas o Isaú falou de si e deixou uma garrafinha de aguardente de figo para provar”, disse eu. E ele: “Deve ser duns rebentos de figueira que aqui há uns anos lhe dei para plantar lá no Algarve”.

Três horas antes desta conversa, estava o pessoal a estacionar junto à pista de radiomodelismo e a preparar-se para a aventura que começaria meia hora depois, a 300 metros dali, no Parque de Estacionamento do Restaurante Monte Verde, onde tantos de nós costumam deixar os carros quando vamos treinar ao fim da tarde.

A concepção original do treino deve-se basicamente ao Norman Jones. Eu só dei umas ideias para complicar. E o Carlos Garcia, que em boa hora decidimos puxar para este projecto, veio a revelar-se pedra angular na execução final. Falámos com ele a 25 de Setembro, durante a prova do CAOS, na Ericeira. Ficou tão entusiasmado que marcámos logo ali: “Amanhã, às 11h40, no Monte Verde”.

Pensava eu que conhecia bem Monsanto. Nessa segunda-feira, andámos lá mais de três horas, testando, melhorando (e complicando!) os percursos. Uma semana antes, eu tinha ido pôr fitas em todos os pontos de um mapa que o Norman me dera, com imensas actualizações que fizera nos últimos tempos. Eu não imaginava que ele ia para Monsanto de computador em punho. Pois, nesse dia 26 de Setembro, percebi que o Garcia fazia outro tanto. Não digo que levasse o computador, mas actualizava em casa. Trocaram informação e o mapa de Monsanto que usámos neste 5 de Outubro é uma versão que só existe nos computadores do Norman e do Garcia.

Como não se tratava de uma prova oficial e ninguém tinha de homologar coisa nenhuma, demo-nos ao luxo de acrescentar à última hora alguns elementos nunca antes cartografados e que ajudaram a tornar os percursos mais complexos e mais divertidos. Por exemplo, havia um ponto num tronco bem visível num recinto de merendas com várias mesas. Eu tinha lá colocado a fita 39 na semana anterior. Diz o Garcia: 30 metros aqui ao lado, numa zona menos oferecida, há dois troncos mais pequenos não cartografados. Fomos ver. É para já. E colocámos três pontos: um no tronco a norte, outro no tronco a sul (atenção à terceira coluna da sinalética) e o terceiro entre os dois troncos (penúltima coluna).

Nos e-mails que fui mandando nas duas semanas antes do treino, chamei a atenção para isso mesmo. O nosso objectivo maior era proporcionar uma jornada de convívio e divertimento, mas não descartávamos completamente o intuito pedagógico: lembrar aos companheiros a importância de aproveitar toda a informação disponível na sinalética. Quando comecei a colaborar com a Raquel e o Tiago nos Ori-Jovens, apercebi-me do abismo que há, em termos de formação, entre este pessoal mais novo, que aprende com método, e os cotas da minha geração, que fomos acumulando erros e vícios, muitas vezes sem grande proveito. A maioria de nós quer lá saber da terceira e da penúltima colunas.

Daí aquela armadilha dos troncos. E, para complicar ainda mais, deixámos ficar a fita 39, que não entrava em nenhum percurso, e até a pusemos mais à vista de toda a gente. Mas a situação extrema foi no controlo seguinte, uma grande depressão quadrangular, onde colocámos quatro fitas, nos bordos interiores NW, NE, SE, SW. Fiquei aí um bom bocado a fotografar quem passava e assisti a cenas deliciosas. Não faltou quem, abeirando-se do local, gritasse para alguém lá no fundo: que número é esta depressão? E lá abalava não se dando conta de que havia mais do que uma fita.

Com esta diversidade de pontos, baseada nos conceitos de Estafeta e SuperSprint/OriShow, não seria difícil arranjar percursos diferentes para toda a gente. O problema foi que começámos por trabalhar para um universo de 30 ou 40 pessoas e, no final, havia 72 a quererem fazer o treino, sem contar com as 15 crianças, a quem queríamos proporcionar também uma manhã divertida. Com muita ginástica (e o Garcia a deitar-se às 3h00 da manhã) tudo acabou por se compor e, no final da actividade, lá estava, afixada numa árvore, a solução de todos os percursos, com os códigos à frente de cada nome. Sim, os mapas eram personalizados. Eu nem quero imaginar o trabalho que, sobretudo nos últimos dias, tiveram o Garcia e o Norman, porque eu, que não sei dizer não, aceitei inscrições até à véspera.

E o Norman ainda brindou os miúdos com um jogo original. Foi lá, dois dias antes, fotografar vários objectos na área das merendas e, depois, construiu sobre uma folha em branco um percurso no qual, em vez do mapa, os pontos tinham as fotografias dos elementos onde eles deviam procurar guloseimas. O ponto 1 era o das gomas, o 2 dos bombons, o 3 dos chupa-chupas… Foi um sucesso.

Na terça-feira à tarde, a pouco mais de doze horas do “evento”, cheguei a ver a coisa mal parada. Cansados e já intolerantes, o Norman e eu discutimos feio ao telefone. Mas, como costuma dizer o Garcia, quando as equipas funcionam não há nada que não se possa fazer.

A alegria de estarmos juntos, de podermos reencontrar tantos amigos unidos pelo mesmo entusiasmo e sem o peso da competição – acho que isso foi uma coisa maravilhosa para todos os que ali estivemos.

Propositadamente, quando acima falei das famílias, não referi o clã da Margarida Pinto, essa “moura” convertida em “tripeira” que foi vedeta no último número da revista “Atletismo”: a paixão pela montanha. A Guida, campeã nacional de triatlo de 1991 a 1993 e que brilhou depois em sucessivos Challengers, abraçou nestes últimos tempos as ultracorridas de montanha. Somos como irmãos, conhecemo-nos há mais de 20 anos mas, nos últimos dez, só nos vemos muito de vez em quando. Foi uma coincidência que ela estivesse em Lisboa. E tão bem acompanhada: o Pedro, o Miguel, a Marta, a Dora (outra antiga campeã de triatlo) e o Paulo Cavaleiro (se houvesse um clube dos amigos de Monsanto, o Paulo teria sido certamente um dos fundadores), a D. Natércia, a Bruna, e ainda os amigos Irene e Luís Boavida.

Não sei do que é que a Margarida falou com a Kátia, o Sérgio, o Mário e a Gina, mas não lhes terão faltado motivos para evocar cumplicidades do tempo que ela treinava diariamente em Monsanto e no Estádio Universitário do saudoso CDUL.

A presença mais surpreendente, no entanto, foi a de José Fontoura. Para quem não saiba, o Fontoura vive, desde há uns anos, em Itália. A última vez que nos tínhamos encontrado fora no JWOC de 2009, nos Dolomitas, numa manhã diluviana, em que ele entra pela Arena dentro e os portugueses que o conheciam, sem se importarem com a chuva, saem da tenda aos gritos mal acreditando no que viam. Voltámos a tropeçar um no outro há duas semanas, no Grande Auditório da Culturgest, onde ambos tínhamos ido para escutar o Jorge Silva Melo. Eu mal tinha tido tempo de ir a casa tomar um duche depois das tais três horas em Monsanto com o Norman e o Garcia. Estava tão entusiasmado com a ideia que lha vendi ali mesmo, na última fila da primeira plateia. Obrigado por teres cumprido, “Special Guest”.

Se houvesse um prémio para a fidelidade à camaradagem, seria para Dinis Costa: “Vim aqui para dar um abraço ao Francisco Pereira”. Tanto que eu aprendi com o Dinis em 1996. em Múrcia!

O prémio do folguedo não tem discussão. Vai para a turma da Alexandra Coelho: Filipes, Liliana & Company… ou lá em que raio de língua é que eles falam. Quem não perceber a piada é porque não visitou o divertidíssimo blogue “lilsnopaisdasmaravilhas”.

O prémio dos “agarrados” é para a Ana Afonso e o Luís Pinto, superiormente doutrinados pelo Escada e Garcia. Inscrição garantida no Meeting da AFAP, a 19 de Novembro.

Para o prémio do mais discreto temos vários candidatos: Inácio Cardoso, Eduardo Sebastião, Joana Cordeiro, António Baptista, Hugo Borda d’Água, António Pina, Anne Dominguez, Francisco Matos, Armindo Pimenta (o Pimenta não era aqui, deve ter havido um salto de linha).

A Cathy não deixou os seus créditos por mãos alheias. Foi quem mais desfrutou o mapa: 2h51.
Quanto às pernas mais bem-feitas, não quero desiludir ninguém mas não foram as de nenhum dos meninos que apareceram de calções, a pensar que iam ganhar a 13ª Corrida de São João. Tenham calma, isso é só em Junho do próximo ano.

Com o encanto dos seus 2 anos, a Mariana Teixeira deixou na sombra os restantes amigos do Garcia. Faço uma ressalva para a Ana Carreira, para se perceber que há mais Marias na terra.

Escrevi atrás que foi tudo preparado em duas semanas, e não me desdigo, mas a matriz deste 5 de Outubro remonta, se quiserem, a um conjunto de treinos que um grupo da região de Lisboa efectuou há cinco anos em mapas do Alentejo. Só eram admitidos veteranos de H50 para cima e a coisa terminava invariavelmente numa grande almoçarada. Comezaina à parte, foram treinos tecnicamente muito estimulantes e por detrás dos quais esteve sempre o dedo sábio do nosso amigo Tiago Aires. Era preciso um nome para a coisa. Não me lembro quem foi o padrinho, mas ficou “OriCotas”, com o duplo sentido, evidentemente.

Depois de uma tentativa anónima e mal sucedida de reeditar a iniciativa este ano, nos mesmos moldes de 2006 (só para veteraníssimos), o projecto arrancou, pode dizer-se, a 17 de Setembro no Ibérico de Petrer. Estávamos à conversa, aproveitando uma sombra junto às partidas: o Vítor Rodrigues, o Armando, o Escada, o Reyes, o Carlos Coelho e eu. O tema era o mistério do “comissário Cota” que, desde antes do Verão, nos vinha convocando para um dos tais OriCotas que nunca chegámos a saber onde seria.

Abreviando explicações, decidimos ali mesmo dar o grito do Ipiranga. A rebelião cresceu depressa. Aproveitámos a data que o misterioso “comissário” tinha imposto aos nossos calendários e apontámos para Monsanto. Só podia ser Monsanto. Nos últimos 20 ou 30 anos, alguns atletas que hoje fazem Orientação transpiraram, naquele parque florestal, milhares e milhares de quilómetros. E há quem ainda se lembre de ali ver o professor Moniz Pereira a tirar tempos ao Mamede e ao Lopes num circuito aferido a sul da A5.

Neste 5 de Outubro houve pessoas (34 no total) que, avisadas em cima da hora ou devido a compromissos entretanto surgidos, lamentaram não poder estar presentes. Gente como a Isilda Santos (que também fazia anos nesse dia), o Rui Almeida, o Eleutério, o Grada, o Estróia (está no Quénia com o José Pires e a Vanessa), o Matias, o Bo Hallberg, os Nogueiras, o Acácio e a Ana, o Luís Santos do CPOC, a Gabi ou o José Campos.

Até do núcleo de Espanha faltaram dois, o Reyes e o Carlos, que não resistiram à Meia de Ovar, mas os outros aguentaram firme, com destaque para o Escada, que pediu à Manuela para pintar uma tela alusiva ao “OriCotas 2011”, embora o formato final da iniciativa acabasse por ter pouco a ver com o OriCotas.

O resto já sabem: o Norman e o Garcia trataram dos percursos e eu deitei mão à minha agenda. Resolvida a questão do gelo e das bebidas, de que se encarregou o Luís Santos (ADAD), partilhei angústias com a Rosário, a Matilde, o Brázio e a Helena Lopes sobre a quantidade de comida a comprar. Pequei por excesso. Felizmente, no fim da festa e com a franqueza própria dos amigos de verdade, algumas pessoas aceitaram levar do que sobrou para não se estragar (pães ou frangos ainda embalados, fruta, salada, água, bolo), de modo que consegui não trazer para casa mais do que um caixote de pão fatiado e uma marmita de pasta de atum. Já fiz três refeições seguidas de atum e, como imaginam, vem aí a semana das açordas.

Acho que a satisfação foi geral, como ficou patente nalguns comentários. “Quando é que fazemos a próxima?” – perguntava-se em jeito de provocação. E o Duarte Lopes teve a melhor saída: “Não, não, temos é de pensar nos 5 Dias de Monsanto.”

Meus caros, nos próximos três anos, a mim ninguém me apanha a co-organizar nada para mais de duas pessoas. Mas que foi um prazer, foi.

Pronto, desculpem lá a maçada toda deste longuíssimo texto. Ainda alguém me acusa de atirar os foguetes e apanhar as canas. Mas só se fosse alguém melindrado por falta de “convite” para o acontecimento da “saison”… Estão a ver o meu sorriso, não? Abraço.

Manuel Dias






[Montagem fotográfica a partir de instantâneos seleccionados dos Álbuns de Garlos Garcia, em https://picasaweb.google.com/103732642878522150247/OriCotas2011, e de Luís Sérgio, em https://picasaweb.google.com/LuisSergioFotos/OriCotas?authuser=0&authkey=Gv1sRgCO-X3uPOm-G8hAE&feat=directlink]

4 comentários:

dinis costa disse...

Organizações destas enchem-nos os “bolsos do coração” de preciosidades intangíveis.
O esforço gracioso é uma dádiva humana.
É uma dádiva haver, no nosso mundo, pessoas que com o seu esforço nos fazem felizes, nos levam a experimentar sentimentos únicos e em simultâneo totalizantes. É uma dádiva, quase milagre nos dias que correm, haver no nosso mundo, de afectos, pessoas que ao longo de décadas nunca nos desiludem.
Pessoas estas que nos levam a acreditar que é possível ter esperança na humanidade da espécie de pertença.
Fica aqui a minha sentida minha Gratidão

PFernandes disse...

Boas,

Foi na verdade com bastante pena que não pude estar presente e colaborar/participar nesta Festa...
(muitos parabéns a todos os presentes!)

Também estive na Meia-maratona de Ovar, para a qual tive de fazer a inscrição e os preparativos com a necessária antecedência.

É assim com uma carga símbólica e de nostalgia acrescida que saboreio todas as palavras do Manel e as fotos... espero poder estar presente no "cotas 2"...

Deixo aqui uma sugestão aos habituais de outros tempos: apareçam mais vezes, transmitam-nos o vosso conhecimento e partilhem as vossas experiências...

Ás organizações de provas: porque não aproveitar esta deixa (no seguimento da ideia do NAOM) e convidar Padrinhos e Madrinhas mas do interior da Orientação, promovendo o seu regresso à participação nas provas (e respectivos filhos, netos, amigos) mas também à partilha com a comunidade Orientista dos seus valores e experiências (p.e. antes da cerimónia de entrega de prémios)


Saudações Orientadas,
Paulo Fernandes

José Grada disse...

A história foi bem contada ao pomenor, ficamos a saber tudo sobre o mega encontro dos Ori-Cotas.
Desta vez não me foi possivel estar presente, a data não se coaduna com as missões de Sto Huberto que ainda pratico.
Quero destacar aqui o pessoal da velha guarda, aqueles que deixamos de ver com assiduidade nas provas, para eles um grande abraço!...mas, na minha condição de H70 desafio-os a voltarem à floresta.

Saudações desportivas.

Kátia Almeida disse...

devo dizer que pela primeira vez (penso eu), senti um orgulho enorme em fazer parte do grupo dos "cotas"!!!

obrigada a todos, principalmente aos organizadores por este fantástico convívio!

só faltou a corda para pendurar os cartões picotados no final do percurso :)