segunda-feira, 9 de maio de 2011

DIA NACIONAL DA ORIENTAÇÃO: SESSENTA PARTICIPANTES BEM ORIENTADOS NO FUNCHAL




O Clube Aventura da Madeira assinalou o Dia Nacional da Orientação na Cidade do Funchal com uma actividade realizada no Parque de Santa Catarina, que contou com sessenta e um participantes.

Numa tarde solarenga e com muitos espectadores ocasionais, a Orientação mostrou-se e provocou a curiosidade dos muitos visitantes que por ali passeavam. Turistas e regionais, questionavam os participantes e tentavam ajudar, indicando os postos de controlo, muitas vezes dificultando a interpretação do mapa e do percurso.

A organização montou 32 pontos de controlo em todo o parque, que totaliza uma área de 0,36 km2, o que proporcionou muitas opções de itinerário entre os diversos espaços e exigiu uma atenção redobrada na leitura do mapa, com a sucessão de objectivos de controlo. Apesar da corrida ser fácil em todo o parque, viu-se muitos participantes parados a tentar definir um rumo ou a perceber onde estavam no seu percurso, usufruindo dos desafios da Orientação.

A discussão das opções e os erros cometidos eram a conversa dominante entre os praticantes habituais e os estreantes que escolheram o Dia Nacional da Orientação para iniciarem o primeiro contacto com a modalidade.

No encerramento da actividade foram distinguidos os mais orientados entre as sete categorias de participação. Nos mais novos, Diogo Belo foi o primeiro entre os Iniciados, Rafael Mendes nos Jovens, Paula Rodrigues nos Seniores Femininos, Nelson Barroca nos Seniores Masculinos, Emanuel Barreto nos Veteranos Masculinos e nos percursos de Iniciação e Promoção da modalidade, na Promoção 1, os estreantes Catia + Diogo + Énio Camacho foram os primeiros a concluir e na Promoção 2, Luís Romão foi o mais orientado.

António Olival

[Foto gentilmente cedida por António Olival]

1 comentário:

Dinis Costa disse...

A Orientação une-nos, relaciona-nos, neste dia somos parte do todo;
Quem sente a alma portuguesa sabe que esta é mar (ilhas) e continente. Pelo continente as ilhas estão em terra (seguras) e pelas ilhas a terra está no mar, no Mundo.
É este complemento que torna a “personalidade” de Portugal peculiar, quase única. As ilhas só são grandes porque o Continente é pequeno e o continente só é grande porque as ilhas são ilhas.
Se alguém quebra esta unicidade do “divino espírito santo” quer dividir para reinar. Também aqui somos ilhas e não construímos “arquipélagos”.