sábado, 2 de abril de 2011

ANA MARGARIDA VAZ E NUNO PIRES: "AMAR, RESPEITAR E ORIENTAR, ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE!"




Ana Margarida Vaz e Nuno Pires deram “o nó”. A cerimónia religiosa teve lugar na Igreja de Nossa Senhora do Ó, em Ançã, e foi o ponto alto dum dia que classificaríamos de “muito bem orientado”. Aqui fica o relato dum momento que marca para todo o sempre a história do simpático casal e que constituiu, a par do amor que nutrem um pelo outro, uma prova de amor à modalidade de todos nós.


O Nuno e a Margarida conheceram-se numa prova de Orientação, mais concretamente num evento realizado no Palheirão. Feliz a hora que se conheceram, pois formam um casal perfeito.O casamento foi planeado de uma maneira irrepreensível, onde tudo saiu na perfeição. No convite, o mapa do Palheirão dava o mote. Os dados estavam lançados.

Chegados a Ançã, os convidados tinham à sua espera um “pequeno-almoço” servido na sede da Filarmónica e, de seguida, teve lugar a cerimónia religiosa na Igreja de Nossa Senhora do Ó. Aqui o tema foi o AMOR, lindas leituras, linda homilia, lindas vozes e lindas canções. Na capa do livro, com todos os passos a seguir, lá estava uma vez mais a Orientação.

Terminada a cerimónia religiosa, seguiu-se o repasto na Quinta de Santa Cristina, em Portunhos, onde toda a gente foi surpreendida com a colocação de balizas de Orientação espalhadas pelo jardim e ainda pela presença de dois mapas gigantes. “Mas o que é isto?”, perguntavam os convidados. Percebeu-se então que um era o mapa do jardim da Quinta e no outro a “sinalética” indicava nem mais nem menos que a distribuição dos convidados pelas mesas.

Já nas mesas, o porta-guardanapos e a ementa continham alusões à Orientação. A ementa era constituída por dois percursos, um percurso formal – o almoço, propriamente dito - e um outro de “escolha de trajecto”, ou seja, a ementa nocturna. A meio do almoço, os presentes foram convidados a realizar um dos dois percursos que estavam disponíveis no jardim. Foi lindo ver as pessoas a fazer Orientação de fato, gravata e sapatinho de verniz, a marcar o cartão de controlo com o picotador e a conferirem os códigos.

O bolo dos noivos era composto por pequenas balizas de orientação, sobrepostas umas nas outras. Altamente inovador e emocionante. A lembrança dos noivos aos convidados, além de um livro e caneta em material reciclável, foi a entrega de um pinheirinho para depois ser plantado em casa.Nada foi esquecido.

Um verdadeiro hino à Orientação.

De resto, foi um casamento difícil de igualar. Tudo decorreu com calma e organização. As horas passaram quase se se dar por isso. Houve danças de salão, palhaços, divertimento musical, pessoas vestidas com trajes regionais e locais... tudo soberbo!

Os orientistas devem sentir orgulho em terem na sua comunidade o Nuno e a Margarida.

Tudo de bom para eles.



[Texto de Albano João e fotos de Nuno Leite]

Saudações orientistas.

JOAQUIM MARGARIDO

5 comentários:

Almeida disse...

Votos de felicidade com saúde.
Abraço

José Grada disse...

Eis como a orientação aproxima as pessoas!!!

Recordo os primeiros passos do Nuno nos treinos de Verão promovidos pelo B. Nazário na Tocha/Mira, há uns anos.

Que sejam muito felizes!

Anónimo disse...

Eh pá até fiquei emocionado...palavra.

Aqui está um verdadeiro casal orientista. Que a sua bússola nunca deixe de dar o norte.

Do "berdadeiro" casal

Cláudia e Luís

Dinis Costa disse...

Desejo Felicidades ao novo casal.
A Senhora do Ó é a Nossa Senhora da expectação da esperança, das parturientes. Portanto já há uma divindade a velar futuro/s.
Parabéns
Dinis costa

San Marcos disse...

Soube agora deste casamento.

Espero, Margarida, que com o teu marido encontres finalmente a tua paz e sossego.

Felicidades.
Guillermo.