quinta-feira, 4 de novembro de 2010

MUNDIAIS DE ORIENTAÇÃO DE DESPORTO ESCOLAR ISF 2011: ESTÁ EM CURSO A CAMPANHA ITALIANA

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Palco do Campeonato do Mundo de Juniores 2009 de boa memória para os portugueses, Primiero e os Dolomitas italianos preparam-se para receber a próxima edição dos Campeonatos do Mundo de Orientação de Desporto Escolar. Por cá, a caminhada para Itália conheceu no passado sábado um importante desenvolvimento, com a realização, em Brasfemes, das duas primeiras etapas de apuramento.


Última prova pontuável para a Taça FPO Continente 2009/2010, o 1º Troféu “Crescer como Grupo” chamou a Brasfemes, no passado sábado, cerca de quatro centenas de participantes de todas as categorias. Coube ao Desporto Escolar garantir uma fatia importante dessa participação, com um total de 122 atletas em representação das respectivas escolas, aos quais se devem acrescentar ainda aqueles que participaram com as camisolas dos seus clubes. Este é um número significativo e que até poderia ser bem mais interessante, não fossem as condições atmosféricas adversas, responsáveis em grande medida pela ausência à chamada duma trintena de atletas.

Definido pela Coordenação Nacional de Orientação do Desporto Escolar como a primeira prova de Apuramento de Equipas-Escola (a segunda e derradeira prova terá lugar em Coruche, nos dias 8 e 9 de Janeiro de 2011), o 1º Troféu “Crescer Como Grupo” forneceu já apontamentos muito interessantes, embora não conclusivos, nesta caminhada para Itália. A título de esclarecimento, refira-se que as duas etapas de Brasfemes do passado sábado – prova de Distância Intermédia e prova de Distância Média – representam metade dos percursos que constituem o apuramento e que cada equipa contabilizará os melhores três percursos, sendo o resultado colectivo de cada percurso/etapa dado pelo somatório dos pontos obtidos pelos seus três atletas melhor classificados (dos 5 que constituem cada equipa). Mas há mais: Os potenciais candidatos a integrarem as Equipas-Selecção envergando as cores de Portugal foram alvo duma atenção muito especial, fazendo parte também eles dum processo de observação e acompanhamento mais vasto e que tem em linha de conta a evolução e o perfil de participação nas provas da Taça de Portugal entre Setembro de 2009 e Julho de 2010, bem como os resultados do último Campeonato Nacional de Desporto Escolar.

Escalão a escalão

Em termos competitivos – e no que às provas de apuramento diz respeito – estiveram em causa os escalões de Iniciados e Juvenis, masculinos e femininos, afinal as categorias de participação nos Mundiais de Desporto Escolar. Lançando um olhar pelo escalão mais jovem, percebe-se uma discrepância muito grande entre o sector masculino e o feminino. Se nas meninas se assistiu a uma luta pela primeira posição entre a EB 2,3 da Sarrazola (Colares, Sintra), a EB 2,3 Cunha Rivara (Arraiolos), a EBI Apúlia e o Colégio de Campos (Vila Nova de Cerveira), já no sector masculino apenas EB 2,3 D. Afonso IV (Ourém) logrou competir (a ERAE Guilherme Stephens, da Marinha Grande, participou neste escalão com 5 atletas infantis, extra-competição). Nos Juvenis, EB 2,3 Cunha Rivara e ES Pinhal Novo apresentaram equipas em ambos os sectores, às quais se juntaram a ES Palmela, no sector masculino e a EB 2,3 Lustosa (Lousada), no feminino.

Numa análise sucinta, temos então esse dado referente ao escalão de Iniciados Masculinos, no qual a turma de Ourém foi a única participante, alcançando um total de 517,3 pontos. Em Iniciados Femininos, a EB 2,3 da Sarrazola adiantou-se à EB 2,3 Cunha Rivara, vencendo com um 449,3 pontos, mais 9,8 pontos que a sua adversária directa. Este resultado poderia ter, contudo, outra expressão, já que na segunda etapa apenas pontuaram duas das cinco atletas da turma arraiolense (Cátia Lopes, Ana Golão e Joana Oliveira fizeram todas elas ‘mp’). Com a EBI Apúlia à espreita dum deslize – encontra-se a 56,9 pontos da liderança – parece estar tudo em aberto. Nos Juvenis masculinos, ES Palmela e ES Pinhal Novo, superiormente representadas por duas das maiores esperanças da Orientação portuguesa, Miguel Ferreira e Luís Silva, respectivamente, travaram uma luta interessante pela vitória. A maior consistência da turma pinhalnovense garante-lhe para já a liderança com 508,0 pontos contra os 427,8 pontos dos rapazes de Palmela, mas com Oleksandr Zaikin inspirado, tudo pode mudar em Coruche. Finalmente, no que aos Juvenis Femininos diz respeito, as três primeiras posições individuais foram ocupadas por três grandes atletas em representação dos respectivos clubes – Vera Alvarez (CPOC), Catarina Dias (GD4C) e Inês Domingues (CPOC) – com a competição por equipas a ser dominada quase em absoluto pela EB 2,3 Cunha Rivara, onde pontificam nomes como os de Teresa Maneta, as irmãs Ana e Sofia Anjos e a Vice-Campeã do Mundo de Distância Média em título, Inês Catalão.

"Correu muito bem!"

O Orientovar foi ao encontro do Professor Ricardo Chumbinho, começando por recolher desde logo a sua opinião acerca da oportunidade dum evento levado a cabo praticamente no início do ano lectivo, face à sua importância em termos futuros. Para aquele responsável, “tratando-se de uma fase de apuramento para o Campeonato do Mundo, à partida o nível de exigência é elevado. Tal significa que esta prova terá menos relevância para aquelas Escolas que começaram agora o seu trabalho e muito mais para as que apresentam trabalho de forma continuada e já com um percurso passado de alguma relevância. Este facto faz com que o momento do apuramento não tenha grande signifcado a esse nível.” Ricardo Chumbinho acrescenta que “estamos condicionados por timings impostos pela calendarização ISF e, porque não dizê-lo, também pelo calendário FPO no âmbito do qual habitualmente integramos os nossos apuramentos internacionais”.

Instado a pronunciar-se sobre a forma como as provas decorreram, o Coordenador Nacional de Orientação do Desporto Escolar considera que “como seria de esperar face à equipa organizadora, correu muito bem! Houve uma excelente articulação prévia entre mim e o Director de Prova, Tiago Romão (ele próprio um “produto” do Desporto Escolar, duas vezes medalhado em Campeonatos do Mundo ISF com a ES Pinhal Novo), o que fez com que para o próprio dia não tenham sobrado quaisquer questões. A articulação foi igualmente perfeita no dia das provas, quer com a Patrícia Casalinho (outro "produto" do Desporto Escolar - Centro de Estudos de Fátima) a propósito de algumas situações no Secretariado e depois com a Raquel Costa (ainda outro "produto" do Desporto Escolar - ES Santo André, no Barreiro) a propósito da Informática e Classificações, já que tive necessidade de ter acesso rápido aos resultados num formato que facilitasse ao tratamento dos mesmos em termos do apuramento ISF. Aqui fica o meu obrigado a toda a organização pela excelente colaboração como, de resto, é felizmente habitual.”

"Estamos ainda a meio do processo"

Em termos da própria competição em si, Ricardo Chumbinho não esconde “a dureza dos percursos, agravada pelo facto de termos duas etapas num mesmo dia em que alguns atletas se terão levantado às 05h00 da manhã para viajarem e ainda pelas condições atmosféricas que se fizeram sentir. Contudo, há que não esquecer o nível da prova para a qual estes atletas pretendem apurar-se (para quem lá esteve ou ouviu falar, lembram-se da dureza da prova de distância média de Madrid...?). Por outro lado e mais importante do que tudo, as condições eram iguais para todos e quando assim é... acabam sempre por ser os melhores a conseguir os melhores resultados!”

Comentando esses mesmos resultados, Ricardo Chumbinho fá-lo sob reserva, uma vez que “estamos ainda a meio do processo”. Não deixa, contudo, de assinalar o facto de, “seguramente em larga medida, em função das condições atmosféricas que se faziam sentir e respectivas previsões (recordo que a protecção civil tinha o distrito de Coimbra em alerta laranja, apenas um nível abaixo do alerta máximo...), se ter verificado alguma quebra nas participações individuais o que, por sua vez, acabou por inviabilizar algumas equipas que se apresentaram incompletas e assim não puderam disputar colectivamente este apuramento. Este aspecto acabou por retirar, nalguns casos, alguma competitividade que se previa vir a existir... e outros.” Todavia; “é sempre de fazer notar o facto de, mesmo em condições de intempérie, termos tido cerca de 100 jovens atletas iniciados e juvenis de ambos os sexos, acompanhados dos respectivos professores, do Minho ao Alentejo, que se deslocaram muitos quilómetros para praticar a sua modalidade de eleição. Igualmente de realçar a postura e espírito desportivo e de participação que pude observar em todas as situações, algo que felizmente é tão marcadamente apanágio desta modalidade que é uma autêntica escola de vida para os mais novos.”

"Continuar a trabalhar"

Responsável pelo Grupo-Equipa de Orientação da EB 2,3 Cunha Rivara (Arraiolos), o Professor José Mateus refere no seu blogue - http://www.jmateusports.blogspot.com/ - a boa prestação global na primeira etapa, “fechando os três melhores alunos as respectivas equipas de forma muito homogénea e que nos permitia no final da manhã liderar por equipas escola em Iniciados Femininos, Juvenis Femininos e de forma algo surpreendente em Juvenil Masculinos, à frente da forte equipa da Escola do Pinhal Novo”. Já na parte da tarde tudo foi diferente e “apenas a equipa de Juvenis Femininos voltou a mostrar uma regularidade que as coloca numa posição privilegiada para conquistar, por mérito próprio, o direito a representar o País, a Região e Escola no futuro Campeonato do Mundo, mesmo ainda faltando duas etapas.” Sobra ainda uma palavra “para a equipa de Iniciados Masculinos que, apesar de estar longe da disputa dos lugares cimeiros devido à sua ainda inexperiência nestas andanças, mostrou um espírito combativo enorme tendo todos os seus elementos realizado as duas etapas na totalidade.”

“A equipa de Iniciados Femininos esteve muito infeliz, na parte da manhã, com duas das atletas mais cotadas a sofrerem desclassificações, uma delas no 200, onde toda a gente a viu "picar" o ponto... Enfim, mas regras são regras!” Foi desta forma algo “conformada” que a Professora Avelina Alvarez, responsável pelo Grupo-Equipa de Orientação da EB 2,3 da Sarrazola começou as suas declarações ao Orientovar, para logo acrescentar que “da parte da tarde estiveram ao seu melhor nível, tendo vencido de forma categórica.” Quanto a expectativas relativamente ao apuramento da equipa, aquela responsável afirma que se mantêm e garante que “as alunas vão continuar a trabalhar diariamente com esse objectivo.” Finalmente, “quanto aos atletas individuais em prova, tanto a nossa campeã do mundo Vera Alvarez, que venceu destacadíssima ambas as provas, como o Diogo Barradas, com um primeiro e um segundo lugar, demonstraram a sua boa forma e confirmaram ser escolhas inequívocas para as selecções dos seus escalões.”

"A organização foi boa e a iniciativa de louvar"

O Orientovar ouviu igualmente o Professor Jorge Baltazar, responsável pelo Grupo-Equipa de Orientação da EB 2,3 Navegador Rodrigues Soromenho (Sesimbra), o qual começou por confessar não ter “grande opinião sobre a prova, pois, devido aos trabalhos da Reunião de Clubes, acompanhei pouco o seu desenrolar.” Todavia, “daquilo que me apercebi, pareceu-me que os percursos estavam um pouco longos e difíceis, o que tem implicações nos jovens menos experientes que têm grande dificuldade em cumprir os percursos. Este facto tem particular reflexo nos jovens das Escolas com Orientação há menos tempo e que têm menor experiência.” No tocante à expectativa da equipa de Iniciados da EB 2, 3NR Soromenho em relação ao apuramento “era baixa e a primeira prova confirmou-o em termos de resultados alcançados; o facto de só terem participado três alunos foi ainda o pior registo, pois inviabilizou a pontuação da equipa.” Em termos individuais, os resultados “foram os esperados face à reduzida experiência dos alunos que participaram, pois trata-se de alunos que subiram este ano para o escalão e têm menos de um ano de prática.” As últimas palavras de Jorge Baltazar são de esperança e encorajamento: “Acima de tudo, a participação valeu pela motivação acrescida que os alunos demonstram e pela vontade de na próxima prova conseguirem fazer melhor.”

Outro dos responsáveis auscultados pelo Orientovar foi o Professor José Paulo Pinho, um dos grandes obreiros do excelente trabalho que vem sendo desenvolvido ao nível do Grupo-Equipa de Orientação da ES Palmela. Para José Paulo Pinho, “a organização foi boa e a iniciativa de louvar. Como já esperávamos, foi uma jornada demasiado dura para a maioria dos alunos, por se tratar de duas etapas no mesmo dia, pela dificuldade e distância dos percursos e pelas condições climatéricas existentes.” Tendo como primeira expectativa apresentar-se com uma equipa em cada escalão e obter bom desempenho em dois desses escalões, a ES Palmela acabou por se ver traída nos seus intentos e, de acordo com o seu responsável, “por diversos motivos só foi possível concretizar a equipa de Juvenis Masculinos.” Ainda assim, José Paulo Pinho considera “positivo o segundo lugar que esta equipa ocupa porque existem outras Escolas melhor apetrechadas. Esta nossa equipa tem por base os Iniciados Campeões Nacionais no ano passado, desfalcados pela perda de três alunos que mudaram de Escola e pela impossibilidade de utilizar Iniciados como Juvenis nesta competição.” A terminar, uma referência para as “excelentes prestações” de Miguel Ferreira, Bernardo Pereira e Leonor Ribeiro. “Penso que temos quatro ou cinco alunos que devem ambicionar e trabalhar para integrar selecções do Desporto Escolar no Campeonato do Mundo, caso elas existam”, conclui.

"Foi um pouco cedo para primeira prova do Desporto Escolar"

A Professora Leonor Luz, responsável pelo Grupo-Equipa de Orientação da ES Entroncamento, dá nota nas sua primeiras impressões dum certo descontentamento: “Penso que se revelou extremamente difícil para primeira prova. Todos os alunos que iniciaram agora em Setembro o escalão, sofreram de forma agravada as condições adversas desta prova. Penso que foi um pouco cedo para primeira prova do Desporto Escolar pois o trabalho desta época apenas se iniciou em 15 de Setembro. A segunda etapa, com partidas tardias, foi outro aspecto negativo.” Mas nem tudo é, digamos, menos bom: “É sempre positivo a integração do Desporto Escolar com o Desporto Federado, pois o nível competitivo melhora e as provas de Orientação são sempre mais interessantes com muitos atletas” e acrescenta que “a prova estava bem organizada.” Quanto às equipas da ES Entroncamento, aquela responsável confessa que “não tinha muitas expectativas pois ainda estavam a ser formadas. Contudo tenho algumas expectativas em relação a alunos que têm vindo a obter bons resultados nas provas em que participaram. Todo o Grupo-Equipa e a Escola estão muito satisfeitos com o facto de ter o Daniel Catarino classificado em primeiro lugar, o que criou grandes expectativas na sua ida a Itália em representação do Desporto Escolar.”

Socorrendo-se do testemunho do Professor João Vitor Alves - o qual pode ser lido na íntegra em http://condeourem-orientacao.blogspot.com/ -, o Orientovar retira essa referencia às “condições climatéricas um pouco agrestes, uma vez que antes e durante a mesma choveu bastante, o que tornou o terreno muito pesado. A agravar esta situação, há a juntar o desnível algo acentuado a Sul e Norte do mapa e as inúmeras vinhas, todas elas com o terreno lavrado, que causavam um acumular de lama nas sapatilhas, dificultando imenso a corrida.” Quanto ao desempenho das suas equipas – Iniciados Masculinos e Femininos – João Vítor Alves faz as contas, chegando à conclusão que “juntando a pontuação de ambas as equipas e conforme o regulamento da FPO (melhores resultados de 7 jovens), a nossa Escola terminaria num brilhante 11º lugar com 811,2 pontos, em 51 equipas participantes.” Para o próximo desafio em Coruche, fica a promessa de “continuar a trabalhar com afinco para chegarmos a estas provas em boa forma” e, a finalizar, “um agradecimento muito especial ao Professor Gabriel Lagarto que se disponibilizou para conduzir uma carrinha e acompanhar os alunos.”

"Os jovens nos escalões de Iniciados apresentam muitas dificuldades técnicas"

Finalmente, auscultámos a opinião do Professor Hélder Ferreira, cujo Grupo-Equipa se encontra sedeado na Escola de Referência do Agrupamento de Escolas Guilherme Stephens, na Marinha Grande. Começando por manifestar a sua opinião de que “a qualidade técnica dos Juvenis, masculinos e femininos, é boa e que existe um saudável ambiente de competição entre os alunos”, o conceituado técnico acrescenta que “quer a nível das equipas de Escola quer a nível das equipas de Selecção, poderemos novamente obter resultados de grande sucesso neste escalão, como se constatou no último ISF em Madrid.” Já nos que diz respeito aos Iniciados Masculinos, Hélder Ferreira julga que há “uma qualidade inferior na prestação dos alunos das equipas de Escola, sendo de destacar, contudo, dois elementos, o Daniel Catarino e o Diogo Barradas, que, na minha opinião, se mostraram superiores aos restantes alunos.” Já nos Iniciados Femininos “a luta foi mais intensa, tendo as alunas das escolas de Rivara e Sarrazola justificado a razão porque lideram o ranking da FPO.” Fazendo uma análise mais objectiva em termos técnicos, Hélder Ferreira constata que “os jovens nos escalões de Iniciados apresentam muitas dificuldades técnicas, nomeadamente em termos de manipulação, leitura e Orientação permanente do mapa, o que leva a que estes jovens abordem com frequência os restantes atletas em prova, pedindo ajuda para se situarem e orientarem no terreno.”

Em relação ao seu Grupo-Equipa de Orientação, sedeado na Escola de Referência do Agrupamento de Escolas Guilherme Stephens, na Marinha Grande, Hélder Ferreira manifesta-se bastante satisfeito com a sua prestação, salientando o terceiro lugar de Inês Domingues, em Juvenis Femininos e o sétimo lugar em Iniciados Femininos alcançado por Diana Silva. Já quanto ao Grupo-Equipa masculino, “apesar de ser constituído por Infantis, participaram como Iniciados (extra-competição, sendo os mais novos alunos em prova), com o objectivo de trabalharem e poderem participar como Iniciados no Apuramento para o Mundial ISF 2013 que irá decorrer em Portugal, no Algarve”, aproveitando ainda para “dar os meus parabéns pelo empenho e dedicação aos alunos deste Grupo-Equipa: António Ferreira, João Bernardino, Pedro Roberto, José Fonseca e Francisco Bolrão.” Resta agora aguardar por Janeiro de 2011 “para verificar a evolução dos jovens mais novos e ver os Grupos-Equipas que irão representar Portugal no Mundial ISF 2011, em Itália.” Hélder Ferreira espera que “estejam também presentes as equipas de Selecção, devido ao seu grande valor, já provado no último ISF em Madrid e no EYOC na Sérvia e Espanha.” E em jeito de conclusão acrescenta que “será muito importante a sua presença, pelo facto de serem um exemplo para os mais novos e essencialmente pelo facto do ISF 2013 se realizar em Portugal, o que funciona como um trampolim extra-motivacional para atingirmos os lugares mais altos do pódio.”


Todas as informações sobre o 1º Troféu “Crescer como Grupo” podem ser encontradas em http://www.orioasis.pt/oasis/homepages.php?action=ev&eventid=757. Poderá ainda consultar AQUI as classificações do Apuramento de Equipas-Escola e também um recorte jornal “Record” referente à competição em http://www.fpo.pt/www/images/fpo/recortes_imprensa/2009_2010/3nov2010.pdf.

[Foto extraída da Galeria de Tiago Gingão Leal em http://picasaweb.google.com/tiagoalmoco/1TrofeuCrescerComoGrupo]

Saudações orientistas.

JOAQUIM MARGARIDO
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1 comentário:

Chumbinho disse...

Olá.

Mais um contributo inestimável do Joaquim Margarido para a visibilidade e divulgação da modalidade nas camadas mais jovens e no Desporto Escolar!

Para quem teve oportunidade de participar e/ou acompanhar o trabalho feito pelo blogue em articulação com a comitiva portuguesa no ISF Madrid'09, esta reportagem causa formigueiro e já deixa água na boca para nova campanha jornalística!

Obrigado
cumps
Ricardo Chumbinho