quinta-feira, 23 de setembro de 2010

ELEIÇÕES NA FPO: CARTA ABERTA À LISTA A

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Luís Sérgio, Delegado do ATV – Académico de Torres Vedras à Assembleia-Geral da Federação Portuguesa de Orientação do próximo sábado, acaba de escrever uma “Carta Aberta à Lista A”, elegendo o Orientovar como veículo para torná-la pública. Porque de relevância para o actual momento da modalidade, aqui se revela o seu conteúdo.


Caros amigos!

Estamos a dois dias das eleições da Federação Portuguesa de Orientação, nas quais eu serei Delegado do ATV – Académico de Torres Vedras à Assembleia-Geral e continuo sem conseguir identificar alguns dos candidatos, apesar de já ter pedido a vossa ajuda por duas vezes. Como é óbvio, tenho que discutir e decidir com a minha Direcção qual deve ser o nosso posicionamento no acto eleitoral!

A vossa Lista aponta a "Comunicação Inteligente" como uma das vossas bandeiras, apelou a que falássemos com os candidatos e queixa-se de pouca participação, pelo que acho incompreensível que um simples pedido, que decerto iria ajudar muitos praticantes, não tenha merecido a vossa atenção.

Se pretendem continuar a fazer tabu sobre a origem clubística dos candidatos, pelo menos facultem-nos uma lista acompanhada de fotos e uma breve apresentação, pois estou certo que a maioria dos praticantes (e dos delegados) não identifica pelo nome, grande parte dos candidatos.

Aproveito para referir que seria importante que disponibilizassem o Programa Eleitoral da vossa Lista, onde fossem elencados quais os vossos projectos concretos e realistas, e que objectivos se propõem alcançar durante o mandato a que se candidatam, para que possa haver a necessária discussão prévia no seio dos Clubes.

Atendendo que só se apresentará uma lista a sufrágio, lanço-vos o repto de definirem um número mínimo de votos para se considerarem legitimados pela Assembleia-Geral, para tomarem posse dos vossos cargos.

Antecipadamente grato,

Luís Sérgio
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2 comentários:

Almeida disse...

É pertinente.
Infelizmente quer o Estatuto quer o RG não definem (nunca o fizeram) nem regras minímas de elegibilidade nem critérios de legitimidade para os eleitos.
Também os prazos dos processos eleitorais não estão explicítos.
É matéria para, no futuro, os agentes da modalidade equacionarem se o entenderem.
Abraço
Augusto

Margarida Novo disse...

Discordo. Os Estatutos e os regulamentos da FPO podem ter muitos defeitos, mas não esses que lhe aponta. Se ler com atenção, verá que definem tanto critérios quanto às pessoas que se podem candidatar, como à maioria necessária para serem eleitas. Por isso, a partir do momento em que cumprem esses critérios, são elegíveis e têm legitimidade. Imagino que seja a isto que se esteja a referir porque remete para os Estatutos e para os regulamentos. Se o entendi mal, desde já me desculpo.