
Prestes a chegar ao fim a ronda pelos clubes em busca desse balanço da temporada 2008/2009, viajamos neste último dia do mês de Junho até Águeda, ao encontro de Carlos Ferreira e do Desportivo Atlético de Recardães.
CARLOS FERREIRA
DESPORTIVO ATLÉTICO DE RECARDÃES
“O resultado global é o somatório dos resultados e interesses individuais”
Orientovar - Enuncie os momentos mais significativos da época e refira o próximo grande desafio?
Carlos Ferreira - Os momentos mais significativos para a modalidade foram o POM’2009 e o Dia Nacional da Orientação. Não é que não tivéssemos outros grandes eventos desportivos, mas esses pela movimentação de atletas quer nacionais quer internacionais e pela envolvência de muitos clubes, merecem a minha distinção.
A nível do DAR refiro a organização do II ORI BTT Rota da Bairrada, de agrado da grande maioria dos atletas presentes e que nos deve fazer reflectir em relação à competição da Orientação em BTT. Se uma maior componente técnica ou uma maior componente física. Estes Campeonatos Mundiais que terminaram na Dinamarca talvez tenham dado algumas indicações do caminho a seguir.
Orientovar - Comparativamente à época anterior, que avaliação faz da evolução da modalidade?
Carlos Ferreira - Sobre a evolução da modalidade, refiro o aumento de praticantes jovens conseguido por alguns clubes e que perspectiva algum rejuvenescimento na modalidade e o aparecimento de grandes jovens entusiastas da modalidade. Penso que o grande crescimento da Orientação terá que ser feito no meio do Desporto Escolar e que as grandes apostas devem passar por reforçar provas locais/regionais com uma pequena logística para que se enraízem as sementes que levam posteriormente à sustentação das grandes provas nacionais.
Orientovar - Um voto para o Clube e para a Orientação em Portugal na próxima temporada?
Carlos Ferreira - Os votos para o DAR é que consiga manter a mesma forma de estar e de ser, que sempre demonstrou ao longo destes dezasseis anos da prática da Orientação e que tem granjeado grandes amizades desportivas, que consiga proporcionar nas provas desenvolvidas grandes alegria na sua participação e que desenvolva várias actividades no âmbito da formação a centenas de praticantes. Que o desempenho dos seus atletas seja sempre pautado pela grande motivação e que consigam representar o Clube ao mais alto nível, não só a nível Nacional como Internacional. Espera no entanto, que seja respeitado nas suas iniciativas e no desenvolvimento das suas provas e actividades.
Para a Orientação Nacional, que tenham sempre presente que o resultado global é o somatório dos resultados e interesses individuais e não desta ou daquela organização de forma pontual.
Veja também nesta rubrica as opiniões de
- Luís Santos, CPOC [AQUI]
- Jacinto Eleutério, ADFA [AQUI]
- Paulo Fernandes, LEBRES DO SADO [AQUI]
- António Amador, ORI-ESTARREJA [AQUI]
- Daniel Raposo, COALA [AQUI]
- Hugo Borda d’Água, COAC [AQUI]
- Afonso Pimentel, COA [AQUI]
- Guilherme Martins, ÀS 11 NO FAROL [AQUI]
- Jorge Ramos, CAMINHEIROS DA PORTELA [AQUI]
- Tiago Aires, GAFANHORI [AQUI]
- Carlos Monteiro, COC [AQUI]
- Nuno Pedro, CAOS [AQUI]
- Jorge Baltazar, GDU AZÓIA [AQUI]
- Vítor Rodrigues, GINÁSIO FIGUEIRENSE [AQUI]
- Jorge Silva, AMIGOS DA MONTANHA [AQUI]
Saudações orientistas.
JOAQUIM MARGARIDO
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