segunda-feira, 2 de março de 2009

XI MOC: O BALANÇO DE JOSÉ JORDÃO


José Jordão, o Director da Prova, põe um ponto final no XI Meeting de Orientação do Centro.

Orientovar – Que significado teve para o COC [Clube de Orientação do Centro] este evento?


José Jordão - O XI Meeting de Orientação do Centro teve para o COC um significado importante, já que assinalou o nosso regresso às organizações duma prova da Taça de Portugal após uma ausência de um ano. É o voltar à normalidade nesse aspecto e é o regresso a um excelente espólio de mapas que ficaram do Mundial de Veteranos.

Orientovar – Uma prova WRE, pontuável para o ‘ranking’ mundial, acarreta sempre maiores responsabilidades…

José Jordão - Qualquer clube que organiza uma prova WRE deve ter um aspecto muito importante em conta: Não está a organizar uma prova apenas para a sua visibilidade enquanto clube, mas está a mostrar a modalidade no estrangeiro. Aliás, desde o POM de 2000, organizado pelo Ori-Estarreja na Praia de Mira, que se tem primado pela excelência organizativa neste tipo de provas e o número crescente de estrangeiros que nos procuram é bem a prova disso mesmo.

Orientovar – Em jeito de balanço, o que nos pode dizer?

José Jordão - Correu tudo dentro da normalidade. A Arena constituiu uma mais-valia, o tempo lá foi ajudando, tivemos uma boa presença de estrangeiros… Esta equipa do COC portou-se à altura. Somos muitos, distribuímos bem as tarefas e isso permite ao Director de Prova, quando chega a hora, estar tranquilo e absolutamente seguro do bom trabalho desenvolvido pelos chefes de equipa e pela excelente coordenação que asseguram entre todos os elementos.


Orientovar – Com que tipo de apoios contaram para levar por diante este XI Meeting de Orientação do Centro?

José Jordão - Os apoios institucionais – Câmara Municipal de Alcobaça e Junta de Freguesia de Pataias – foram fundamentais. Sem eles não seria possível levar por diante esta organização. Depois há também uma série de parcerias a nível privado que nos ajudam e são igualmente importantes para uma organização de qualidade. Não posso deixar de salientar a longa parceria com o RA4, que vem dos primórdios do COC e tem sido uma constante nas nossas organizações. Finalmente, destacar o sentido de entreajuda da parte de algumas pessoas de outros clubes em áreas muito específicas, em que o Eduardo Fonseca e o Nuno Leite são bons exemplos disso, ajudando-nos a montar um sistema de estações rádio que se revelou fundamental para o espectáculo na Arena.

Orientovar – E agora, o que é que se segue?

José Jordão - O próximo grande desafio é o Portugal O’Meeting 2010, em parceria com o Ginásio Clube Figueirense. Cada vez mais, os clubes com maior dimensão como o COC, têm o dever de não se fecharem sobre si, de transmitir o seu ‘know-how’ e a sua qualidade organizativa e de dar a mão a outros clubes. Esses clubes não terão tanta experiência, tantos anos de vida, mas têm as pessoas, têm a vontade e a capacidade de acompanhar os processos. Além de que o Portugal O’Meeting é sempre uma estrutura pesada para um único clube, tornando-se importante este tipo de parcerias. Saem todos a ganhar e sai, sobretudo, a Orientação.

Saudações orientistas.

JOAQUIM MARGARIDO

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